Em uma resposta ágil aos estragos causados pelo clima, a Secretaria de Infraestrutura de São José concluiu, na tarde desta terça-feira (7), a recuperação emergencial da ponte na rua Adelino Joaquim dos Santos, localizada no bairro Colônia Santana. A estrutura, que atravessa o riacho Pagará, teve sua cabeceira comprometida após as fortes chuvas que atingiram a região durante a madrugada.
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O desmoronamento foi provocado pela elevação repentina do nível do riacho, um afluente do Rio Imaruí, que arrastou parte da sustentação da ponte. A situação gerou preocupação imediata, isolando parcialmente um ponto estratégico que faz limite entre os municípios de Palhoça, São Pedro de Alcântara e Santo Amaro da Imperatriz.
Ação Emergencial e Técnica
Para restabelecer o tráfego com segurança, as equipes da prefeitura mobilizaram maquinário pesado em uma operação que durou menos de 24 horas. O trabalho consistiu em:
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Reforço Estrutural: Aplicação de pedras diretamente no leito do riacho para conter a erosão.
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Material de Base: Utilização de cerca de 36 metros cúbicos de bica corrida para nivelar e estabilizar as cabeceiras.
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Segurança Viária: Garantia da trafegabilidade para veículos leves e escoamento da produção local.
“Nossa prioridade foi agir com rapidez para minimizar os impactos e devolver a trafegabilidade à região”, destacou o secretário de Infraestrutura, Nardi Arruda.
O Alívio da Comunidade
A rapidez da intervenção surpreendeu quem convive diariamente com o problema. O local é conhecido por sofrer danos recorrentes em épocas de cheia, levando, muitas vezes, os próprios moradores a improvisarem consertos com pedras.
Para Clézia Aparecida Guckert, proprietária do Rancho da Tia Chica e comerciante local, a solução rápida traz tranquilidade. “A Prefeitura resolveu um problema que sempre volta quando chove forte. Isso ajuda muito quem depende da estrada todos os dias”, afirmou.
Próximos Passos
Além da ponte, a Secretaria de Infraestrutura informou que mantém frentes de trabalho em outros pontos críticos da região, como a curva do Matias, alvo de antigas reivindicações da comunidade.
Embora a obra atual tenha caráter emergencial para garantir o fluxo, a Prefeitura de São José reiterou que monitora o local e estuda projetos para melhorias estruturais permanentes, visando uma solução definitiva para as recorrentes cheias do riacho Pagará.

